*Prometo, antes de mais nada, me controlar para não fazer trocadilhos com o título.
Não é que as pessoas sejam todas iguais, é que elas são muito parecidas. Não por sua culpa, vejam bem, afinal, todas têm de comer, respirar, beber, cagar, produzir enzimas, fazer ciclo de krebs, etc etc. Ninguém escolheu fazer isso e, salvo raras exceções, creio que ninguém escolheria. Mentira, comer e beber, não por necessidade, mas por amor. Talvez outros escolhessem o ciclo de krebs, a respiração celular, o crossing over, mas entendam, escolheriam. Se suprir as necessidades básicas eu não sei o que eu tou falando, deixa pra lá, vou terminar com ~ ~
doce de banana.
Obg.
ele pensa e não diz
onde tem muita água
onde tem muita água
tudo é feliz.
terça-feira, 19 de março de 2013
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Para o Papai Noel (porque fui uma boa menina esse ano)
Eu queria tanto encontrar uma pessoa como eu, com quem eu pudesse conversar alguma coisa sobre mim. Dispenso confissões. Ela falaria também, mas seriam as mesmas coisas. Eu queria que o espelho ganhasse vida, ou algo assim. Queria alguém que discordasse nos momentos oportunos e concordasse quando fosse necessário. Alguém com os mesmos níveis de ironia, gosto por coisas babacas e autoestima. Alguém pra ir tomar no cu quando eu mandar, pra tomar meu cu e enfiar algo nele quando eu merecer.
Todas as minhas exigências são porque queria alguém para exigir algo de mim. E que me mandasse deixar o guarda-chuva em casa sempre, foda-se se o Rio é a nova Londres. Não é para ser um romance, não é para ser um caso de família. É alguém que sou eu e que conversa comigo sem eu precisar fazer a maluca que fala sozinha. Eu quero um clone, uma cópia, porque confio que seremos diferentes, que seremos que nem eu na tpm, com dupla personalidade.
E é isso, basicamente, uma vaidade degradante, o que eu mais espero pros próximos dias da minha vida; eu.
Todas as minhas exigências são porque queria alguém para exigir algo de mim. E que me mandasse deixar o guarda-chuva em casa sempre, foda-se se o Rio é a nova Londres. Não é para ser um romance, não é para ser um caso de família. É alguém que sou eu e que conversa comigo sem eu precisar fazer a maluca que fala sozinha. Eu quero um clone, uma cópia, porque confio que seremos diferentes, que seremos que nem eu na tpm, com dupla personalidade.
E é isso, basicamente, uma vaidade degradante, o que eu mais espero pros próximos dias da minha vida; eu.
terça-feira, 21 de agosto de 2012
Mas que Nada
Horas explicando que amanhã será tarde e depois de amanhã nem existe, até que vem alguém e escuta por dois min:
_Atá, carpedin...
O primeiro interlocutor:
_Malditos ateus!
_Atá, carpedin...
O primeiro interlocutor:
_Malditos ateus!
segunda-feira, 30 de julho de 2012
Modéstiaparte
Escrevo em busca de redenção, porque meu dente dói, ele quer
sair, a gengiva é cretina e fica segurando. Daí eu sofro (um pouco só).
Bateu a porta com força desnecessária, e tenho certeza de
que não foi por descuido ou distração, é que marcar espaços lhe é uma grande
característica. Explico: resolveu que não gostava dos momentos breves, das
sensações fugazes e então passou a engastar energia que concentra com certo
esforço em todos os seus atos.
domingo, 1 de julho de 2012
terça-feira, 26 de junho de 2012
sábado, 16 de junho de 2012
Ressaca
O núcleo se forma, basicamente, por uma quantidade considerável de pensamentos absurdos, algumas xícaras de mescalina pura, amigos errados, livros mal acabados, idéias não-realizadas, perguntas não feitas e balinhas de goma de tamanhos variados.
O que estiver na casca não conta muito, é só a parte visível, que está para não estar, que mostra o que ninguém gostaria de ver, é um som meio chato, um gosto ruim que fica na boca, uma foto rasgada, uma lembrança tosca, um cachorro abandonado.
O que estiver na casca não conta muito, é só a parte visível, que está para não estar, que mostra o que ninguém gostaria de ver, é um som meio chato, um gosto ruim que fica na boca, uma foto rasgada, uma lembrança tosca, um cachorro abandonado.
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