ele pensa e não diz
onde tem muita água
onde tem muita água
tudo é feliz.
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
domingo, 19 de julho de 2009
'You know, you must take a look at the new land
The swimming pool and the teeth of your friend
The dirt in my hand
You know, you must take a look at me
[...]
You know, you must try the new ice-crem flavour
Do me a favour, look at me closer
Join us and go far
And hear the new sound of my bossa nova'
porque pra mim é genial até não sei onde.
parei de tantar escrever TUDO porque acho que é isso que me faz dizer o que sinto.
calo-me agora para poder falar de verdade.
nem era pra fazer sentido.
The swimming pool and the teeth of your friend
The dirt in my hand
You know, you must take a look at me
[...]
You know, you must try the new ice-crem flavour
Do me a favour, look at me closer
Join us and go far
And hear the new sound of my bossa nova'
porque pra mim é genial até não sei onde.
parei de tantar escrever TUDO porque acho que é isso que me faz dizer o que sinto.
calo-me agora para poder falar de verdade.
nem era pra fazer sentido.
sábado, 11 de julho de 2009
Não obstante
Pois fiquei louca, louca! Por ter pensado que a tinha perdido. Mas não, ela está lá. Ou melhor, ali, bem ali. Onde posso tocar, onde posso cheirar, posso ouvir. Porém não posso mudar. Não posso intervir. A culpa não é minha. Entretanto, não sou mais a mesma. Como posso ser eu se ela já não é mais ela? Contudo, sinto que tudo voltará a ser como antes.
Mentira, foi só uma tentativa de convencê-la. Falha.
Todavia, sempre resta esperança, sempre. Não adianta. Não é que a esperança seja a última a morrer, é que ela sempre esteve morta. E como todo bom morto, ela faz parte de nós, todos nós.
Em contrapartida...
Mentira, foi só uma tentativa de convencê-la. Falha.
Todavia, sempre resta esperança, sempre. Não adianta. Não é que a esperança seja a última a morrer, é que ela sempre esteve morta. E como todo bom morto, ela faz parte de nós, todos nós.
Em contrapartida...
sexta-feira, 26 de junho de 2009
não sou Mário de Andrade
Versos livres não me correm pelas veias;
são livres, podem ficar onde quiserem.
Saem-me pelos cabelos
escorrem-me na altura dos joelhos
explodem-me o umbigo
mas até aí não me importa.
Aguento até que me ceguem os olhos
me atem as mãos
me entupam a aorta.
Nada disso me afeta.
Queria mesmo que chegassem ao hipotálamo
e lá ficassem, por vontade própria
afinal, se são livres, que me libertem.
são livres, podem ficar onde quiserem.
Saem-me pelos cabelos
escorrem-me na altura dos joelhos
explodem-me o umbigo
mas até aí não me importa.
Aguento até que me ceguem os olhos
me atem as mãos
me entupam a aorta.
Nada disso me afeta.
Queria mesmo que chegassem ao hipotálamo
e lá ficassem, por vontade própria
afinal, se são livres, que me libertem.
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Não sei ser Dadá
Morta porta torta. De chocolate com avelã.
Horta vorta corta. O dedo indicador da mão direita.
Idiota calota bota. De Papai Noel.
Mandioca ibitipoca carioca. Pegando chuva.
Embalsamado careado fuzilado. Que nem queijo suísso.
Carregado encaixotado errado. Todo.
Cremoso tortuoso embaraçoso. Que nem cabelo.
Vinil fuzil anil. Bala de.
Mímica típica tônica. Água.
Malvisto poristo desisto. Disto.
Horta vorta corta. O dedo indicador da mão direita.
Idiota calota bota. De Papai Noel.
Mandioca ibitipoca carioca. Pegando chuva.
Embalsamado careado fuzilado. Que nem queijo suísso.
Carregado encaixotado errado. Todo.
Cremoso tortuoso embaraçoso. Que nem cabelo.
Vinil fuzil anil. Bala de.
Mímica típica tônica. Água.
Malvisto poristo desisto. Disto.
domingo, 7 de junho de 2009
se o bolo de banana parece cancerígeno;
batatas fritas frias e coca cola no café da manhã podem mudar sua concepção de mundo.
é só um comentário.
é só um comentário.
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